Todos nós precisamos de uma palavra animadora, uma boa notícia, de um fio de esperança... quem sabe, ver uma luz no fim do túnel para abrir uma nova expectativa em um dado momento de nossas vidas. Por isso, aproxime-se, puxe a cadeira! A gente toma um chá em quanto conversa.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

A MEMÓRIA EMOCIONAL

Você já teve a experiência de sentir as mesmas sensações traumáticas do passado, no presente? 

O trauma é ativado por gatilhos. 

Se alguma coisa acontece no presente, semelhante ao que gerou trauma no passado, puft! Lá vem a sensação de desconforto. Lá vem o medo! Dependendo do estado emocional, até o pânico!

Cuidar da mente é muito importante para não entrar em colapso emocional. 

A alma humana tem ligações e filigranas  que ainda não foram desvendadas pelo homem. 

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA

Quando criança, criada por minha avó, mãe do meu pai,  eu era uma menina muito judiada. Minha avó não sabia criar uma menina, pois teve 6 filhos homens e por fim criou mais 5 netos homens também. E eu lá no meio daquela criação de machos era vítima de tudo quanto é abuso possível. Fogo no cabelo, bolada de barro, joga sapo nela! Barata, lacraia...  e por aí vai. 

Mas era a minha casa. Era o meu lar. Era a minha família. De repente, minha avó ficou doente e fui obrigada a morar com meu pai. Na casa dele haviam regras. Muitas regras. Lá as crianças eram 7 filhos homens e mais filha uma mulher, sendo que apenas o filho mais novo era meu irmão de sangue.

Tudo na casa era muito estranho. 

Horários definidos para tudo: para acordar, estudar, dormir... o local de cada um sentar para assistir TV  (na hora certa) era marcado e como eu cheguei por último eu sentava colada na TV. Mal dava para enxergar a tela. As tarefas domésticas eram definidas, cada um tinha a sua. Haviam 4 cachorros na casa, e o piso era coberto por tapetes que pareciam ser daquele material do qual se faz bichos de pelúcia. E a minha tarefa era lavar um pedaço de tapete de 90cmX2m por dia. Eu estendia o tapete na calçada dos fundos da casa e lavava com mangueira, de joelhos, esfregando com uma escova e sabão de pedra. Quando eu terminava o ultimo pedaço de tapete, voltava no primeiro pois já estava sujo por causa dos cachorros que comiam ossos em cima deles. Minha tarefa era diária e nunca acabava. Como resultado peguei uma pneumonia. Eu só tinha 12 anos. 

Eu dormia em uma cama de campanha que estendia todos os dias no quarto de costura. Ah! por falar em costura, eu era obrigada a aprender tudo sobre costuras de mão. Detestava! Mas regras são regras. Tinha que cumprir. 

Meu pai me levava para a escola junto com a filha da minha madrasta. Como eu cheguei por último, a regra era que ela ia no banco da frente ao lado do meu pai e eu ia no banco de trás. 

Mais uma regra: eu não podia ultrapassar a porta da frente da casa nem para ir ao pequeno jardim. E jamais poderia sair da casa para a rua, de jeito nenhum. Não podia ter amiguinhos e nem conversar com ninguém de fora do interior da casa. 

Meus amigos eram os cachorros e o meu irmão de sangue. Ninguém mais. 

Então eu matava aula para me sentir com liberdade. Eu estudava no colégio IEG de Goiânia  e para matar aula eu pulava um muro de 2 metros de altura que dava para as piscinas da ESEFEGO. Eu e algumas coleguinhas. A gente sumia. Íamos para o bosque e depois para o Mutirama, um parque que havia na cidade. O Mutirama tinha uma parte que não precisava pagar para brincar. A gente ficava lá, brincando até chegar perto de acabar a aula. Depois voltávamos pra escola, antes dos pais chegarem. Essa fuga era um consolo para a vida triste que eu vivia, a fuga de uma realidade horrível que eu estava experimentando. 

Sempre me lembrava da casa da minha avó, aonde, apesar de sofrer todo tipo de abuso e ser alvo das maldades dos meus primos, eu tinha muita liberdade. O quintal era grande e eu brincava com minhas bonecas em cima dos pés de amora. Cantava a tarde toda, sonhava e fazia planos para o meu futuro e o das minhas bonecas.  Minhas tarefas domésticas eram toleráveis, a comida não era regrada em porções tão pequenas como na casa de meu pai onde a gente comia e continuava com fome. 

E o medo? Eu tinha medo da noite na casa do meu pai. Demorava a pegar no sono. Tinha medo que alguém viesse me molestar. Tinha medo do meu pai, da minha madrasta, tinha horror das maldades da filha da minha madrasta. 

Você deve estar pensando: parece a história da Cinderela! Pois é, as cinderelas existem. Eu fui uma delas. Um ano se passou e eu vivendo desta forma. Minha avó sarou, voltou de São Paulo e um belo dia eu, que nunca abria a minha boca com medo de quebrar alguma regra, entrei na sala de TV em plena hora do Jornal Nacional e falei para o meu pai: 
- Pai quero voltar para a casa da minha avó! Muita coragem! Tive muita ousadia e coragem para dizer aquilo! 
Ele se levantou e disse:
- O que foi que você disse? Sua ingrata! Não está sendo bem tratada aqui? o que vão pensar se eu te devolver?
E levantou a mão para me bater. Mas a madrasta impediu. 
Eu insisti com bravura:
- quero voltar para a casa da minha avó amanhã. A mala já está feita. 
E assim, voltei para a casa da minha Avó Anita. Não para o Paraíso, mas pelo menos saí do inferno para o purgatório. 
O sentimento que eu experimentava na casa do meu pai era o de ser uma prisioneira. Das regras, das convenções,  do jugo desigual, das imposições e da falta de liberdade para falar, expressar os pensamentos ou ir aonde quisesse pelo menos dentro de casa. Por exemplo: eu não podia entrar no quarto do casal, era um tabu. Mas a filha da minha madrasta, às vezes até dormia na cama junto com o casal. A discriminação era nítida. Eu tinha medo até de abrir a minha boca para dizer  que estava sentindo alguma dor. Tive pneumonia por quase seis meses e ninguém percebeu.  Só fui tratada quando desmaiei e me levaram para o hospital. 

A memória emocional daquela menininha ainda hoje insiste em voltar fresquinha, aos meus 60 anos,  sempre que me vejo em um ambiente ou situação semelhante, onde as regras são castradoras da liberdade de expressão, de ir e vir, ou em situações de discriminação e preterimento de uma pessoa pela outra. 

O bom de não ser mais uma criança é que hoje posso identificar as armadilhas da psique (parafraseando Clarissa Pinkola Estés) e dizer não! Soltar a mulher selvagem, a loba que existe dentro de mim, e alçar meus pulos para onde a liberdade me favorecer. 

Flor


sábado, 24 de março de 2018

Jesus

Jesus
Yeshua Hamashia

Ele é lindo como diz a música...
Eu adoro Ele! 
Ele é Santo. Amável. 
Ele é a essência do amor verdadeiro. 
A paz que emana dele tem o poder de tirar qualquer conflito do interior de uma pessoa. 
Ele é a melhor e mais sábia companhia. 
Já chupei picolé com ele! 
Ele é meu amigo e meu irmão mais velho. Não me julga. Não me rejeita. Tem prazer de estar ao meu lado. 
Quando eu erro, ele conversa comigo. Me ajuda a encontrar uma saída. 
Ele é forte! Todo o mundo espiritual o teme. 
Ele defende os seus irmãos e amigos. 
Ele é um Leão para defender e um Cordeiro para apaziguar.
Sempre presente ele nunca falha! Eu amo Ele. 
Obedeço Ele. 
Vivo por causa dele. 
E se alguém não tem esse tipo de relacionamento com Ele, precisa experimentar, pois só Ele é capaz de curar um coração ferido, juntar os cacos da nossa alma castigada, colocar os nossos pensamentos no patamar da Sabedoria e inundar o nosso ser da paz e alegria que tanto precisamos e buscamos. 
Se você ainda não experimentou esse amor que Ele tem para te dar, está esperando o quê ? 
Qual é o seu medo? 
Ele nos ama e o amor dele é tudo o precisamos para preencher o vazio dos nossos corações. 
Então que tal? 
Vai lá, chupe um picolé com Ele você também! 

Firme na Rocha! 

Flor

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Eu Escolho a Paz




Escolho a paz.
Vou viver perdoado. Vou perdoar para poder viver.

Escolho a paciência.
Vou deixar passarem desapercebidas as inconveniências do mundo.
Ao invés de amaldiçoar aquele que toma o meu lugar, vou convida-lo para fazer a mesma coisa.



Escolho a bondade.
Serei bom com os pobres, porque estão sozinhos. Bom com os ricos porque têm medo. E bom com os que não são bons porque é assim que Deus tem me tratado.

Escolho a caridade.
Vou ficar sem nenhum Real ao invés de obter um, através da desonestidade.

Escolho a lealdade.
Hoje vou ungir aquilo que prometi.

Escolho a gentileza.
Não se consegue nada pela força.
Escolho ser gentil.

Escolho o autocontrole.
Recuso-me a permitir que o que vai apodrecer governe o que é eterno.

Só ficarei embriagado pela alegria.
Amor, alegria, paz, paciência, bondade, caridade, lealdade, gentileza e autocontrole.
Com tudo isso comprometo o meu dia.
Se tiver sucesso darei graças.
Se fracassar, buscarei a sua Graça.
E então quando este dia tiver terminado, colocarei a minha cabeça no travesseiro e descansarei.
(Autor desconhecido)

Paz do Verbo

Flor



domingo, 19 de fevereiro de 2012

ÓLEO DE ALEGRIA - ALDA CÉLIA

Alda Célia sempre presente nas vigílias de Sexta-Feira na SARA NOSSA TERRA - Sede Brasília/DF




Óleo de Alegria

"O Espírito de Deus nos ungiu
Pra proclamar boas novas
Aos quebrantados de coração
Nos ungiu para curar
E aos cativos libertar
Ministrar aos que estão tristes em Sião
Óleo de alegria!
Vestes de louvor!
Coroa em vez de cinzas!
Pra glória do Senhor!
O inverno já passou,
A primavera já chegou
Já se ouve a voz de Deus
Como um trovão
Sim, a chuva cairá,
Em dobro restituirá
O que semeou com lágrimas colherá".


Paz e Vida

Flor

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

JESUS ESTÁ VOLTANTO



Jesus está voltando 

Ele vem com Poder e Glória para buscar seu povo.
Ele vem para julgar a terra e aprisionar Satanás.
Nesse Dia  Ele perguntará para mim e para você o que temos em nossas mãos. 

O que fizemos com o IDE que ele nos ordenou. 

Ele nos pedirá contas do nosso trabalho para implantar o Reino de Deus na Terra.

O que diremos a Ele? 
O que teremos em nossas mãos para entregar ao Senhor?

O que dizer a Ele sobre aquelas pessoas com quem convivemos mas, nunca falamos do amor de Jesus e do Evangelho da Salvação? 

O que dizer do dinheiro que deixamos de aplicar no que é Santo para gastar com nossas vaidades?

O que dizer dos preconceitos, da intolerância com os rejeitados, homossexuais, prostitutas, presidiários e tantas outras minorias impiedosamente discriminadas pela sociedade?

Nós poderemos dizer que fomos o Sal da Terra e a Luz do Mundo?

Devemos considerar a Palavra de Deus e nos arrepender, mudar própria história, pensamentos e atitudes agora mesmo, neste instante de meditação. 
Oro para que isso aconteça conosco, sempre que for necesário.


Devemos atentar para o texto de Mateus Capítulo 25


Mateus 25


1) O Reino dos céus será, pois, semelhante a dez virgens que pegaram suas candeias e saíram para encontrar-se com o noivo.

2) Cinco delas eram insensatas, e cinco eram prudentes.
3) As insensatas pegaram suas candeias, mas não levaram óleo.
4) As prudentes, porém, levaram óleo em vasilhas, junto com suas candeias.
5) O noivo demorou a chegar, e todas ficaram com sono e adormeceram.
6) À meia-noite, ouviu-se um grito: "O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!"
7) Então todas as virgens acordaram e prepararam suas candeias.
8) As insensatas disseram às prudentes: "Dêem-nos um pouco do seu óleo, pois as nossas candeias estão se apagando".
9) Elas responderam: "Não, pois pode ser que não haja o suficiente para nós e para vocês. Vão comprar óleo para vocês".
10) E saindo elas para comprar o óleo, chegou o noivo. As virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial. E a porta foi fechada.
11) Mais tarde vieram também as outras e disseram: "Senhor! Senhor! Abra a porta para nós!"
12) Mas ele respondeu: "A verdade é que não as conheço!"
13) Portanto, vigiem, porque vocês não sabem o dia nem a hora!
14) E também será como um homem que, ao sair de viagem, chamou seus servos e confiou-lhes os seus bens.
15) A um deu cinco talentos[128], a outro dois, e a outro um; a cada um de acordo com a sua capacidade. Em seguida partiu de viagem.
16) O que havia recebido cinco talentos saiu imediatamente, aplicou-os, e ganhou mais cinco.
17) Também o que tinha dois talentos ganhou mais dois.
18) Mas o que tinha recebido um talento saiu, cavou um buraco no chão e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19) Depois de muito tempo o senhor daqueles servos voltou e acertou contas com eles.
20) O que tinha recebido cinco talentos trouxe os outros cinco e disse: "O senhor me confiou cinco talentos; veja, eu ganhei mais cinco".
21) O senhor respondeu: "Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!"
22) Veio também o que tinha recebido dois talentos e disse: "O senhor me confiou dois talentos; veja, eu ganhei mais dois".
23) O senhor respondeu: "Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!"
24) Por fim veio o que tinha recebido um talento e disse: "Eu sabia que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e junta onde não semeou.
25) Por isso, tive medo, saí e escondi o seu talento no chão. Veja, aqui está o que lhe pertence".
26) O senhor respondeu: "Servo mau e negligente! Você sabia que eu colho onde não plantei e junto onde não semeei?
27) Então você devia ter confiado o meu dinheiro aos banqueiros, para que, quando eu voltasse, o recebesse de volta com juros.
28) "Tirem o talento dele e entreguem-no ao que tem dez.
29) Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade. Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado.
30) E lancem fora o servo inútil, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes".
31) Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial.
32) Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes.
33) E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.
34) Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo.
35) Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram;
36) necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram".
37) Então os justos lhe responderão: "Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber?
38) Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos?
39) Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?"
40) O Rei responderá: "Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram".
41) Então ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: "Malditos, apartem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos.
42) Pois eu tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e nada me deram para beber;
43) fui estrangeiro, e vocês não me acolheram; necessitei de roupas, e vocês não me vestiram; estive enfermo e preso, e vocês não me visitaram".
44) Eles também responderão: "Senhor, quando te vimos com fome ou com sede ou estrangeiro ou necessitado de roupas ou enfermo ou preso, e não te ajudamos?"
45) Ele responderá: "Digo-lhes a verdade: O que vocês deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, também a mim deixaram de fazê-lo".
46) "E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna".

Nova Versão Internacional


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

EU ME MAGOEI OU VOCÊ ME MAGOOU?

Se no relacionamento alguém comete um erro e acontece do outro sair magoado, o que fazer na hora de discutir a relação e tocar no assunto que gerou a mágoa?

Isso acontece muito entre os casais, os irmãos, os pais, os amigos, os colegas de trabalho, em fim, bastam duas ou mais pessoas se relacionarem para a possibilidade de uma delas sair magoada. 

É que as pessoas são mesmo diferentes umas das outras e ainda há aquelas que são mais sensíveis... e outras menos. Geralmente uma pessoa menos sensível é que "dá causa"  à magoa naquela que tem mais sensibilidade.

Mas e na hora de conversar sinceramente sobre o assunto, o que fazer?

Aqui vai uma dica que pode amenizar as coisas:

Vamos supor hipoteticamente que você esteja magoado e tenha a oportunidade de conversar sobre o assunto com quem te magoou. Se você disser: "VOCÊ ME MAGOOU", a pessoa vai se sentir ofendida. Mas se você disser "EU ME MAGOEI" a conversa já toma outro rumo. 

Quando você toma para si a responsabilidade do sentimento, demonstra maturidade e respeito pelo outro. A sensibilidade do outro relativamente ao ocorrido, pode ter sido menor que a sua. Por isso é conveniente que você puxe para si o sentimento e não acuse quem te magoou. 

Diga assim: "Olha, eu tenho um problema com isso. Não consigo ouvir esse tipo de coisa, ou passar por esse tipo de situação sem ficar magoado". Aí então a pessoa poderá se desculpar com você (ou não, não importa, você fez a sua parte), sem se sentir ofendida com a sua abordagem sobre o assunto. 

Agindo dessa forma você gera respeito mútuo e ainda dá oportunidade ao diálogo. 

Paz e Vida
Flor

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Este Eu Recomendo! 


Recém publicado, de Autoria do Pastor Silvério Peres.

Vale a pena conferir!
Precisamos de uma nova visão de intimidade com Deus,
comunhão com os irmãos, de amor sincero, ágape...
de sentir a leveza de ser livre das cadeias da religiosidade.

Parabéns Pastor Silvério Peres, sou sua fã!

Dê uma olhada na Sinopse.

É só acessar o link:
http://www.gruporeino.com.br/Default.asp?Menu=ProdutoDetalhes&ProdutoID=2566635 

Paz e Vida,
Flor

domingo, 25 de dezembro de 2011

Ahh!! O Amor... Essência do próprio Deus!

Você daria banho nele?
Trocaria as suas fraldas sujas?
Suportaria seus desagravos? 
Seus xingamentos e palavrões?
O amaria e cuidaria dos seus últimos dias ainda que ele não merecesse? Ainda que ele lhe destratasse e ofendesse com os mais absurdos impropérios enquanto você limpa suas sujeiras?

Esta é uma singela homenagem à Tia Rita, às primas Edênia, Vaninha e Mailce, que juntamente com seus filhos pequenos, inclusive o Luis Felipe que hoje, sozinho, deu banho em nosso Tio Iron, um homem idoso, senil, praticamente insuportável, ranzinza, doente, no fim da vida...

Parabéns, familiares queridos, por me inspirarem na mais bela lição de amor:

CUIDAR DOS SEUS, SEM SE IMPORTAR O QUANTO CUSTE E SEM ESPERAR ALGO EM TROCA .


Paz e Vida,
Flor


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

RECONHECENDO A MINHA FRAQUEZA

Não posso dizer que jamais repetirei um erro que cometi. 
Amanhã pode ser que, na minha fraqueza eu cometa o mesmo erro novamente.
Por isso tenho que depender de Deus e ser humilde. Tenho que reconhecer o quanto sou fraco. 
Tenho que saber perdoar a mim mesmo e entender que na minha fraqueza o poder de Deus se aperfeiçoa, porque quando sou fraco, o Senhor pode me fazer forte, se eu permitir que Ele tenha o domínio da minha vida. 

Mas não é porque sou humano, tenho fraquezas e cometo erros, que devo me conformar, cruzar os braços e desistir de fazer a coisa certa. Devo sim, orar, suplicar, me humilhar, reconhecer minhas fraquezas diante do Pai e meus pontos frágeis. Porém, devo crer, esperar e confiar na Força que é capaz de me encher. No Espírito de Deus e no seu Poder. E aí sim, agir por fé, e fazer a coisa certa um dia de cada vez. E todos os dias agradecer por ter vencido mais uma batalha de 24 horas. 


Paz e Vida,
Flor. 


Jeremias 17:5 Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!

Jeremias 17:7-8 Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto.